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Oncologia: Uma Visão Interdisciplinar

Oncologia: Uma Visão Interdisciplinar

A obra é dividida em 24 capítulos, que partem das bases moleculares do câncer, prevenção e cuidados até o tema espiritualidade em oncologia. Apresenta relatos de pacientes que passaram ou passam pelo tratamento oncológico, para que o leitor possa se aproximar das diferentes realidades vividas por pacientes da oncologia.

  • Editora: Brazil Publishing
  • Idioma: Português
  • Ano: 2021
  • Tamanho: 16x23cm
  • Páginas: 378
  • ISBN: 978-65-5861-215-5
  • DOI: 10.31012/978-65-5861-216-2
  • Peso:
  • Encadernação: Brochura
  • Edição:
  • NCM:

Preço de capa: A partir de R$20,00

Autor(es):

Organizador(es):

Descrição

Esta obra composta por 24 capítulos se propõe de modo interdisciplinar apresentar conteúdos técnicos atualizados de diferentes áreas como nutrição, enfermagem, psicologia, farmácia e terapia ocupacional. O principal objetivo desse trabalho é contribuir para a prática profissional clinica em oncologia, bem como para a formação de estudantes da área da saúde.

 

Os conteúdos foram cuidadosamente selecionados, compilados e abordados de maneira didática, para que proporcionem uma leitura intuitiva e agradável. Partindo das bases moleculares, fatores de risco e nutrição e prevenção do câncer, percorrendo triagem e avaliação nutricional, seguem pelo tratamento dietoterápico, controle de sintomas, principais agravos nutricionais e cuidados paliativos, além da espiritualidade, sendo a abordagem nutricional para adultos e pacientes pediátricos um dos pontos fortes da obra.

 

Desse modo, os leitores são convidados a desfrutarem dos conhecimentos compartilhados por experientes profissionais e pesquisadores da área da saúde, que atuam na oncologia. Além destas experiências, são apresentados valiosos relatos de pacientes que vivenciaram (ou vivenciam) tratamento oncológico, com objetivo de aproximar o leitor de uma diferente perspectiva desta realidade multidimensional.

 

Sabe-se que a vivência de um tratamento oncológico é acompanhada de variadas emoções e sentimentos para todos os envolvidos, tanto para a equipe de profissionais quanto para familiares, além do protagonismo dos próprios pacientes. E é por isso que a partir dos diferentes espectros abordados, espera-se auxiliar para que a atuação profissional nesta ascendente área da saúde ocorra cada vez mais de maneira holística e humanizada.

Manual Prático de Diabetes Mellitus

Manual Prático de Diabetes Mellitus

  • Editora: Brazil Publishing
  • Idioma: Português
  • Ano: 2021
  • Tamanho: 14x21cm
  • Páginas: 190
  • ISBN: 978-65-5861-573-6
  • DOI: 10.31012/ 978-65-5861-573-6
  • Peso:
  • Encadernação: Brochura
  • Edição:
  • NCM:

Preço de capa: A partir de R$20,00

Autor(es):

Organizador(es):

Descrição

Muitos são os desafios que permeiam o manejo do paciente diabético. O Diabetes Mellitus é uma patologia multissistêmica e frequentemente associada a comorbidades, como a hipertensão arterial e obesidade.
Dessa forma, o clínico deve abordar o tratamento de forma ampliada, sobremaneira, para redução das complicações cardiovasculares – que são a principal causa de morbi-mortalidade no indivíduo com diabetes. Adicionalmente, deve ser fornecido aos pacientes e cuidadores informações precisas quanto a educação em diabetes – como: o estímulo ao exercício físico e alimentação adequada, cuidados do pé diabético, metas de controle glicêmico, manejo das
medicações, incluindo insulinoterapia e conduta frente à hipoglicemia.

(E-Book) "O que te escrevo continua e estou enfeitiçada" - Cem anos de Clarice Lispector

(E-Book) "O que te escrevo continua e estou enfeitiçada" - Cem anos de Clarice Lispector

Este livre reúne diferentes modos (estético, filosófico, psicológico, psicanalítico, metafísico e histórico-cultural) de leitura da produção artística de Clarice Lispector. A conexão entre os vários modos de ler a linguagem de Clarice foi estabelecida pelos autores por meio de uma reiterada expressão do drama metafísico identitário da escritora; e, também, por meio do apelo à cumplicidade do seu leitor na visão/revisão filosófica e crítica do mundo externo, como procedimento essencial para o seu alcance do estado epifânico de ressignificação clariceana do sentido da vida: “O que estou te escrevendo não é para se ler – é para se ser” (Clarice Lispector, Água viva, 1973).

Zizi Trevizan

  • Editora: Brazil Publishing
  • Idioma: Português
  • Ano: 2021
  • Tamanho: 13.279 KB
  • Páginas: 314
  • ISBN: 978-65-5861-440-1
  • DOI: 10.31012/ 978-65-5861-440-1
  • Peso:
  • Encadernação: Brochura
  • Edição:
  • NCM:

Preço de capa: Gratuito

Autor(es):

Organizador(es):

Descrição

N’O caldeirão azul: o universo, o homem e seu espírito (2019), Marcelo Gleiser expõe que “não é Deus que se busca no questionamento científico, mas a transcendência do humano, a busca por uma dimensão além do cotidiano que dá sentido à nossa busca por sentido”. Este ímpeto filosófico, implícito na complexidade da ciência e na própria condição humana de estar no mundo, nos remete a Clarice Lispector em sua continuada busca de respostas às suas próprias indagações sobre a origem do homem, a vida e a morte, reveladas em sua Arte – objeto de análise dos autores deste livro “O que te escrevo continua e estou enfeitiçada”: cem anos de Clarice Lispector, organizado por Diego Luiz Miiller Fascina.

Esta coletânea merece a atenção de diferentes tipos de leitores, pois envolve uma pluralidade de áreas científicas no perfil cultural dos autores; uma variedade de materiais selecionados para análise; e uma multiplicidade de modos de leitura do discurso clariceano. No entanto, a conexão entre os capítulos se mantém preservada, porque todos os autores são unânimes na valorização da cumplicidade do leitor de Clarice com a confissão da escritora em sua Arte, sobre o drama metafísico identitário. Os autores valorizam, de fato, os fluxos e refluxos da consciência individual da escritora, mas, de forma dialética, os aproximam dos efeitos ideológicos, interpessoais, da consciência humana coletiva, envolvendo, aspectos histórico-culturais de uma sociedade desigual, geradora da própria tensão interior dos seres ficcionais criados por Clarice.

As análises efetuadas neste livro comprovam que o discurso autoanalítico de Clarice se faz verbalizado por todos os seus/suas personagens e se estende a todos nós, leitores, possibilitando-nos a condição privilegiada de coautores e a entrada filosófica na teia complexa das relações sociais, geradora do drama da identidade humana e da relevância da autoanálise. O livro expõe que estar em análise implica um processo complexo identitário coletivo muito produtivo para uma autocrítica e uma ressignificação da vida. Convidamos você, potencial leitor desta coletânea, para dar continuidade ao exercício intelectual de Clarice Lispector, por meio de sua inteligência especulativa e sensível, tal como ocorreu com os autores deste livro, transformados, na leitura de Clarice, em seus coautores.

PSICODRAMA: desenvolvimento de papéis em equipe multidisciplinar de saúde

PSICODRAMA: desenvolvimento de papéis em equipe multidisciplinar de saúde

Convidamos você leitor, a acompanhar a trajetória desta obra. A mesma trata da ampliação de estratégias de enfrentamento profissional por meio do treino e desenvolvimento de papéis. Este livro, fundamentado na Dissertação de Mestrado da autora, retrata pesquisa sobre relações grupais em equipe multidisciplinar da área de saúde, por meio do Psicodrama, um método de investigação e intervenção das relações interpessoais. É possível compreender durante a leitura, a eficácia da metodologia utilizada com esta população. Os resultados obtidos, entre os participantes da equipe submetidos ao procedimento, indicam ampliação nos cuidados consigo mesmo e com os outros, melhora na comunicação e no ambiente de trabalho, aumento da valorização de si e das relações, surgimento de novos vínculos e arranjos sociométricos, positivos.

  • Editora: Brazil Publishing
  • Idioma: Português
  • Ano: 2021
  • Tamanho: 16x23cm
  • Páginas: 314
  • ISBN: 978-65-87836-71-3
  • DOI: 10.31012/978-65-87836-72-0
  • Peso:
  • Encadernação: Brochura
  • Edição:
  • NCM:

Preço de capa: R$93,00

Autor(es):

Organizador(es):

Descrição

Psicodrama é um método de pesquisa e intervenção nas relações interpessoais. O Objetivo geral do presente trabalho foi Investigar e treinar relações grupais em equipe multidisciplinar da área de saúde. Funcionários de uma Unidade Básica de Saúde da Família de uma cidade de porte médio do interior do Estado de São Paulo responderam Instrumentos de Protocolo,  elaborados pelos pesquisadores e foram submetidos ao Programa de Treinamento e Desenvolvimento de Papéis, reavaliados ao final do mesmo e em follow-up. Os principais resultados demonstram melhoras significaticas no Funcionamento relacional, na Sociometria, Mudanças e Aquisições, após intervenção. Os dados permitem concluir que as mudanças e melhorias na vida pessoal, no desempenho do trabalho, e na criação de estratégias de enfrentamento a partir do papel profissional apontam para a importância de capacitações contínuas e permanentes para o funcionamento adequado da equipe. Os objetivos científicos foram atingidos com evidência da efetividade sociopsicodramática em grupo para o treino e desenvolvimento de papéis, e mudanças nos relacionamentos interdisciplinares.

A Fontana de Lutécia: Contos Virais

A Fontana de Lutécia: Contos Virais

A fontana de Lutécia
não é apenas um livro de contos, mas uma viagem pela história das principais pandemias do mundo. Mais do que isso, é um relato do sofrimento pelo qual a humanidade tem passado, desde a Praga de Atenas, em 429 a.C., até a atual calamidade da covid-19. O autor vai além e extrai histórias sensacionais do meio da mortandade que assola cada época. Seus personagens resistem e conseguem superar a adversidade com
virtude e esperança. Passando pela mesma fonte, à beira do Rio Sena, na atual Paris, todos bebem de sua água e melhoram. Se a fonte foi terapêutica ou não, o que importa é que com essa experiência aprenderam a viver melhor.

  • Editora: Brazil Publishing
  • Idioma: Português
  • Ano: 2021
  • Tamanho: 16x23cm
  • Páginas: 314
  • ISBN: 978-65-5861-570-5
  • DOI: 10.31012/978-65-5861-566-8
  • Peso:
  • Encadernação: Brochura
  • Edição:
  • NCM:

Preço de capa: R$67,00

Autor(es):

Organizador(es):

Descrição

Obra de ficção composta por cinco contos que abordam as principais pandemias do mundo. O primeiro
conto se passa na Grécia Antiga (429-326 a.C.), na época da Guerra do Peloponeso, quando o jovem Tavros viaja até a Gália e descobre uma fonte misteriosa na vila dos parísios. Em 166 d.C., quando as legiões trouxeram a
peste do Oriente para Roma, o soldado Lucius, destacado pelo imperador Marcus Aurelius, viaja ao norte, mas dá baixa e se muda para Lutécia, onde encontra a fonte de Tavros, bem como amor de sua vida. Na velhice, Lucius vira
ancião da Igreja e escreve cartas, e uma delas é lida, muitos séculos depois, por um monge franciscano, que vivia na cidade de Paris durante a Idade Média. O monge resolve fazer uma peregrinação a Jerusalém e é surpreendido pela peste negra. Salva-se com as águas da fonte, à beira do Sena e, depois, monta um orfanato. A vida dele vira livro e é lido por um seminarista no início do século XX, o qual vira jornalista durante a Primeira Guerra e sofre os problemas da gripe espanhola. Fugindo de espiões russos e da pandemia, embarca com sua noiva russa para o Brasil, no navio Demerara. Durante a viagem, encontra-se com açorianos, dos quais descendem o Prof. Lucius Felipe que, em 2019, viaja a Paris para fazer seu Pós-Doutorado, quando também visita a fonte que seu avô mencionara, mas volta ao país por causa da covid-19.

Dante e o Triunfo Poético: A Divina Comédia Revisitada à Luz do Espiritismo

Dante e o Triunfo Poético: A Divina Comédia Revisitada à Luz do Espiritismo

A Commedia vista com uma análise diferenciada, tendo como elemento de contraposição, a ótica espírita e o entendimento que a doutrina tem frente aos propalados pela Igreja e de outros autores mais antigos.

  • Editora: Brazil Publishing
  • Idioma: Português
  • Ano: 2021
  • Tamanho: 16x23cm
  • Páginas: 462
  • ISBN: 978-65-5861-539-2
  • DOI: 10.31012/978-65-5861-540-8
  • Peso:
  • Encadernação: Brochura
  • Edição:
  • NCM:

Preço de capa: R$96,00

Autor(es):

Organizador(es):

Descrição

Alguém já disse que existem historiadores-mergulhadores e historiadores-surfistas. Os segundos passam de um tema a outro. Os primeiros, descem às profundezas observando com acuidade o cenário nebuloso, mas, descortinando no mesmo, novas paisagens. É o caso de Nicolas, que fez do Espiritismo o vasto oceano onde mergulha com assiduidade, trazendo a tona aspectos sempre novos e apaixonantes de tão vasta e complexa matéria.

Com o suporte de um dos mais belos temas da literatura mundial, A Divina Comédia, série de poemas escritos no século XIV pelo humanista Dante Alighieri, Nicolas Theodoridis se debruçou sobre O Inferno, O Purgatório e O Paraíso, buscando uma interpretação espírita para os diversos círculos localizados dentro da Terra. Lembre-se que o poeta também desceu ao inferno em vida e teve que superar pelo menos três círculos de condenações terrenas. O primeiro, o da paixão não consumada por uma jovem de sua cidade, Beatrice Portinari. O segundo, a adição à substâncias alucinógenas, segundo a biógrafa Bárbara Reynolds, e o terceiro, a traição política.

O tema que interessa ao nosso autor á um dos mais antigos do mundo e caminha lado a lado com a consciência do mal. Na Mesopotâmia dos sumérios e sua saga, o Gilgamesh, do Sheol dos judeus, ao Huis-Clos, de Jean Paul Sartre, o homem nunca cessou de imaginar o que seria esse lugar infernal e no que consistiriam os sofrimentos aí vividos. Como Nicolas, ensaístas, escritores, poetas, heróis e visionários multiplicaram suas descidas ao inferno para trazer à tona os fantasmas de uma época ou sua relação com temas importantes para as sociedades em que estavam e estão inseridos.

Na qualidade de historiadora, quero lembrar que a questão do inferno ultrapassa de muito o dogma cristão, pois ela está quase ausente dos ensinamentos de Jesus. Porém, o inferno cristão é o mais longevo e durável dos imaginários infernais. Durante a Idade Média, os fiéis conheceram o delírio de invenções macabras e suplícios infernais dos quais Dante nos oferece o retrato mais ilustre. Para os teólogos do século XVIII, ele passou a ser a prova da existência da implacável Justiça Divina. No século XIX ele se tornou uma construção intelectual e, meticulosamente regrado, não assustava mais tantos. Hoje, há quem diga que o inferno se situa na terra, impregnado com as cores da consciência moderna.

Dante une as noções existente entre o inferno popular e o intelectual e teológico. Ao primeiro, ele empresta imagens, ao segundo, o rigor lógico. A esta aliança da concretude e da clareza racional, debitamos seu sucesso. Até então, os infernos visitados eram caóticos, tinham topografia confusa, paisagens de sonhos povoadas por vales, rios e lagos sem laço comum entre uns e outros, suplícios desordenados e uma fauna que misturava dragões, monstros bizarros, animais reais e demônios. Dante organiza, classifica, ordena: seu inferno é geométrico, formado por círculos concêntricos. Ele tem uma entrada, um vestíbulo, muros e salas. De acordo com o lugar, nele andamos a pé, no dorso de um centauro, nas mãos de um gigante ou navegamos num barco. A notação do tempo que se escoa é precisa. O inferno de Dante é uma vasta construção intelectual à imagem das Sumas teológicas de sua época. Dante, segundo alguns, seria um Tomás de Aquino visionário; ambos classificam e ordenam. O primeiro, as imagens e o segundo, as ideias. A obra de ambos os italianos marca o momento máximo da Escolástica com a Suma Teológica de Tomás, e o Inferno, de Dante, construções que se querem racionais e inquestionáveis, se admitidas as suas premissas.

Mas como existem níveis de pecado, existem também níveis diferentes de punições e penas. Foi no século XII que os teólogos pensaram a necessidade da purificação da alma antes de sua entrada no paraíso para a massa de fiéis que não eram totalmente ruins ou bons.  O Purgatório seria assim uma exigência de justiça para aqueles que não mereciam a danação eterna. Como ninguém era ou é perfeito, seu lugar antes do Juízo Final seria o Purgatório. Sua imagem é o inverso do inferno ao qual o pecador desce. Sobe-se ao Purgatório. Ele se eleva numa montanha onde se purgam os sete pecados capitais: o orgulho, a inveja, a cólera, a preguiça, a avareza, a gula e a luxúria. A viagem de Dante vai do pecado mais grave, o orgulho, ao mais leve, a luxúria. Ao longo do caminho, cada portada é guardada por um anjo-guardião da humildade, da caridade, da paz, do zelo, da justiça, da temperança e da caridade. Ou seja, os pecadores tinham uma visão do oposto de seus pecados.

Tal como os peregrinos que partiam em direção à Roma ou Santiago de Compostela, as almas, embora se sabendo salvas, tinham que escalar a montanha, purificando-se do pecado cometido em cada porta. O Purgatório tinha por função a reflexão, expiação e arrependimento dos pecados e era o único caminho que levava a Deus. Sim, a alma só podia aspirar a sua redenção. Até Dante faz gravar em sua testa, pelo anjo guardião do Purgatório, a letra “P”, símbolo dos sete pecados capitais. À cada etapa ultrapassada, o anjo apagava com suas asas o “P” correspondente ao pecado perpetrado.

Ao atingir o Paraíso, Dante é abandonado pelo poeta Virgílio e guiado pelo poeta Estácio, autor da Tebaida, que o encaminhará ao jardim celeste onde será acolhido por Matilde, dona de beleza absoluta e símbolo da pureza anterior ao pecado original, antecipando a aparição de Beatriz. No alto da montanha, o Paraíso terrestre se estende sobre verdejante floresta, simetricamente oposta à tenebrosa floresta infernal.  Aqui, o ciclo da purificação é completado pela imersão no rio Lete, capaz de apagar os pecados e em outro rio, imaginado por Dante, o Eunoé, cujas águas vivificam a memória do Bem realizado na existência terrena.

Nessa belíssima e desafiadora obra, quem nos guia não é Dante, mas é Clio, a História, pelas sábias mãos de Nicolas. E ele vai em busca, não da lógica ou da ordem, mas do espírito, da alma, da essência da teoria de Kardec na Divina Comédia. Historiadores vem se debruçando e muito sobre a História das Espiritualidades, das Crenças e das Sensibilidades e Nicolas nos convida a pensar a ascensão ao paraíso, embasado na busca de qualidade espiritual. A Divina Comédia pode e deve ser lida como um texto espírita pois fala da busca pela perfeição espiritual. Do respeito ao próximo, da tolerância e sobretudo, de caridade. Afinal, Kardec mesmo ensinava em seu Livro dos Espíritos. “só se chega à pureza absoluta depois de múltiplas destilações, em cada uma das quais se despoja de algumas impurezas”. Enquanto Xavier, sublinhava. “Convencei-vos de que as leis da morte não excetuam ninguém e não vos esqueçais de que, no dia de vosso grande adeus aos que ficarem na estância das provas, somente pela bênção da paz e do amor na consciência tranquila é que podereis alcançar a suspirada libertação!”.

Provas e destilações se equivalem à caminhada de Dante do Inferno ao Paraíso, lembrando que embora ele tenha precedido Kardec no tempo da História, noções éticas do Espiritismo já estavam presentes no Renascimento. A salvação só pode ser atingida ao passar pela porta estreita que consiste em assumir a contradição existencial. A individualidade de cada um, depende do conjunto dos homens e só pode se afirmar neste reconhecimento. Eu sou eu e o Outro; Eu sou uma realidade e uma virtualidade. A falta de empatia e compaixão pelo Outro equivale a cair no Inferno e a se condenar a uma existência incompleta. Obra aberta, como queria Umberto Ecco, esse livro nos convida a múltiplas questões que, uma vez respondidas, nos tornam melhores do que somos.

 

 

Mary Lucy Murray Del Priori

Civilização Barbárie em Conan, de Robert Howard - Vol. II

Civilização Barbárie em Conan, de Robert Howard - Vol. II

Na presente obra, tratamos do contexto social e histórico do escritor pulp e de fantasia, Robert Ervin Howard, abordando seu mais famoso personagem, Conan, bem como os principais temas evidenciados nas narrativas do mesmo: a fronteira entre civilização e barbárie e a selvageria como que um aspecto necessário diante de uma determinada civilização decadente e corrupta.

  • Editora: Brazil Publishing
  • Idioma: Português
  • Ano: 2021
  • Tamanho: 16x23cm
  • Páginas: 346
  • ISBN: 978-65-5861-565-1
  • DOI: 10.31012/978-65-5861-563-7
  • Peso:
  • Encadernação: Brochura
  • Edição:
  • NCM:

Preço de capa: R$59,00

Autor(es):

Organizador(es):

Descrição

Conan, O bárbaro é um personagem de ficção comumente associado ao cinema e a imagem construída a partir da atuação de Arnold Schwarzenegger no filme de John Milius de 1982, sendo muitas vezes erroneamente representado como um sujeito musculoso, selvagem, quase obtuso e que vive exclusivamente da violência. O que muitas pessoas desconhecem é que esse personagem foi criado para a literatura pelo texano Robert Ervin Howard no ano de 1932 e mais, que seu criador é conhecido como o “pai” do subgênero literário denominado de Sword and Sorcery (Espada e Feitiçaria). Tal gênero encontra nas obras literárias, seriadas e fílmicas, The Lord of the Rings e Games of Thrones suas mais populares expressões, sendo Robert Howard e seu Conan, espécies de eixos basilares para todo um conjunto de representações de imenso sucesso midiático na atualidade. O livro que o leitor tem em mãos trata de Howard e de sua principal criatura, abordando não somente as influências do autor na consecução do bárbaro, mas também seu contexto social e histórico. Vivendo em um Texas dos anos 1920/1930, Howard abordou nas vinte e uma narrativas originais de Conan, alguns aspectos que considerava relevantes nas sociedades humanas ao longo do tempo, sendo a tensão entre civilização e barbárie aquela que mais evidenciava a crise de sua época, marcada pela Grande Depressão econômica dos anos 1930 e pela ascensão dos regimes totalitários europeus. Mais do que um mero personagem ficcional, Conan expressou toda uma visão filosófica autoral, como que um modelo de comportamento idealizado e até necessário diante de uma dada civilização decadente e corrupta. Conan seria quase que o homem da fronteira entre civilização e barbárie, sendo ele comumente as

Vinte Anos de Diálogos: Os esportes na antropologia brasileira

Vinte Anos de Diálogos: Os esportes na antropologia brasileira

Este livro comemora os vinte anos de atividades do Grupo de Trabalho de Antropologia dos Esportes da Associação Brasileira de Antropologia. Seus capítulos apresentam um panorama dos trabalhos apresentados neste período, bem como dos diversos diálogos com outras áreas que marcam uma existência fortemente ancorada na interdisciplinaridade de seus estudos.

  • Editora: Brazil Publishing
  • Idioma: Português
  • Ano: 2021
  • Tamanho: 16x23cm
  • Páginas: 216
  • ISBN: 978-65-5861-462-3
  • DOI: 10.31012/978-65-5861-462-3
  • Peso:
  • Encadernação: Brochura
  • Edição:
  • NCM:

Preço de capa: R$64,00

Autor(es):

Organizador(es):

Descrição

Um time de pesquisadores e pesquisadoras, de distintas origens e de diversas formações disciplinares, resolveram jogar juntos e produzir conhecimento científico sobre práticas corporais e esportivas sob o espectro da Antropologia, mas também na interface com outras Ciências Humanas.

É nesse contexto que esta coletânea se propõe a, simultaneamente, celebrar os vinte anos dos estudos sobre esportes nas Reuniões Brasileiras de Antropologia, bem como apontar caminhos para as próximas etapas de construção da Antropologia dos Esportes no Brasil e no mundo. Realizando um balanço dos diálogos propostos entre o campo de pesquisas nas práticas esportivas e as diversas áreas disciplinares com as quais se construiu interlocução, esta equipe de especialistas faz girar um caleidoscópio de possibilidades analíticas sobre o objeto em questão. Se tais estudos sistematizam até o momento uma trajetória consolidada, abrem igualmente, potencial para desdobramentos teóricos e etnográficos a investigações futuras

Arte e Pensamento Estético

Arte e Pensamento Estético

Por meio deste livro, o leitor vai compreender que cognição se define pelo ato de conhecer. Enquanto a reflexão filosófica se dedica a selecionar memórias da cognição, na forma de conceitos, a arte é uma atividade cognitiva que produz conhecimentos a partir da experiência do corpo no mundo. Conhecer é a mais vital de todas as necessidades de um ser vivente. Um corpo vivo que não conhece o meio ambiente em que se encontra, não tem memória das relações vitais que mantém com seu entorno ou não dispõe da arte de se relacionar com a alteridade, logo se tornará um dado descartado pela evolução. Até recentemente, alimentava-se a crença de que o conhecimento estava vinculado exclusivamente à intelecção. Agora, descobrimos que a intelecção, isoladamente, não basta para melhorar nossa compreensão do mundo. […] Humanos têm de pensar a ordem por meio da lógica, mas pensar a alteridade a partir da estética. Lógica e estética não são polos opostos, mas componentes formadores da cognoscência humana, que muitas vezes agem de modo integrado para auferir conhecimento do meio em que habita a humanidade. Desse modo, devemos retornar ao aprendizado do conhecimento estético, que foi negligenciado há dois mil anos, a fim de equipará-lo em importância e eficiência aos recursos intelectuais, desde sempre privilegiados pela cultura racionalista

ISBN 978-65-88724-15-6 Categorias ,
  • Editora: Syntagma Editores
  • Idioma: Português
  • Ano: 2021
  • Tamanho: 16x23cm
  • Páginas: 260
  • ISBN: 978-65-88724-15-6
  • DOI:
  • Peso:
  • Encadernação: Brochura
  • Edição:
  • NCM:

Preço de capa: R$79,90

Autor(es):

Organizador(es):

Descrição

Neste livro apresento uma coletânea de textos, artigos, capítulos de livros e excertos que já compuseram publicações acadêmicas ao longo de vários anos, cuja afinidade temática e interesses de pesquisa permitiu reuni-los num só volume, oferecendo mais praticidade de leitura e consulta aos pesquisadores da área de arte, estética e, em algum grau, filosofia. “Arte e pensamento estético” me pareceu um título suficiente o bastante para nomear esta obra que pretende oferecer aos leitores uma imagem, até certo ponto panorâmica, da questão da estética e da arte como produtoras de conhecimento. Um pensamento estético formado de proposições e axiomas lógicos, abstratos e idealistas, não serve mais como parâmetro gnosiológico para trabalharmos com o conhecimento produzido pela arte, especialmente a arte contemporânea. Faz tempo que se tornou imprescindível um pensamento estético baseado na experiência sensível, nas percepções, emoções, sentimentos. Desde de Kant e Nietzsche, já sabemos que a razão não é suficiente para compreender o mundo, havendo a necessidade de complementar o conhecimento humano com a dimensão da estética, cuja manifestação mais conhecida é a arte. A arte tanto gera, quanto é gerada por um pensamento resultante da experiência do corpo no mundo. A estética (e arte em particular) é um conhecimento experimental que produz pensamento, a partir do relacionamento de nosso corpo-coisa, com o corpo das coisas do mundo. Por meio da paixão, a estética engendra conhecimentos fundamentais em todas as áreas da cultura humana. Contudo, devemos entender que a paixão nunca foi um estado doentio da consciência, como condenam os racionalistas, mas a resultante das experiências somáticas, boas e más, que acumulamos no trato com o mundo real, ao incorporarmos como conhecimento aquilo que os anos de vida nos oferecem como aprendizado.

Reciclagem Animal: Das graxarias ao bilionário oligopólio da indústria da carne

Reciclagem Animal: Das graxarias ao bilionário oligopólio da indústria da carne

ISBN 978-65-5861-580-4 Assunto

  • Editora: Brazil Publishing
  • Idioma: Português
  • Ano: 2021
  • Tamanho: 14x21cm
  • Páginas: 124
  • ISBN: 978-65-5861-580-4
  • DOI: 10.31012/ 978-65-5861-579-8
  • Peso:
  • Encadernação: Brochura
  • Edição:
  • NCM:

Preço de capa: Gratuito

Autor(es):

Organizador(es):

Descrição

Um assunto pouco conhecido pela maioria das pessoas, mas muito importante: a reciclagem animal. Afinal, o que seria este tipo de reciclagem? Para compreendê-la, primeiro precisamos abordar o abate de animais para o consumo humano. Na indústria de carnes, os restos dos animais abatidos – principalmente bovinos, suínos e aves –, como sangue, couro, tripas, sebo, ossos e penas de aves, consistem em sobras que, a princípio, seriam descartas em aterros ou lixões. Tornaram-se valiosos subprodutos, entretanto, ao se transformarem no transcurso do tempo em novos produtos, voltando assim à cadeia produtiva como preciosos insumos. Estes subprodutos são encaminhados para diversos setores: na indústria de medicamentos, de alimentos, de vestuário, dentre muitos outros; a lista é vasta. Neste cenário, o aumento do consumo de carne expande, por conseguinte, a geração de subprodutos que vão para a indústria da reciclagem animal. Com o rápido crescimento da população global especialmente na segunda metade do século XX, podemos esperar também por uma rápida ampliação na produção total de carne; mas, como é que o consumo de carne mudou numa base per capita? Descubra esta e outras informações importantes na presente obra.

Hoje cumpriu-se esta Escritura que ouviste: o Apocalipse de João em perspectiva intertextual a partir do Antigo Testamento

Hoje cumpriu-se esta Escritura que ouviste: o Apocalipse de João em perspectiva intertextual a partir do Antigo Testamento

  • Editora: Brazil Publishing
  • Idioma: Português
  • Ano: 2021
  • Tamanho: 16x23 cm
  • Páginas: 208
  • ISBN: 978-65-5861-416-6
  • DOI: 0.31012/978-65-5861-413-5
  • Peso:
  • Encadernação: Brochura
  • Edição:
  • NCM:

Preço de capa: R$60,00

Autor(es):

Organizador(es):

Descrição

As interpretações do Apocalipse/Revelação são tantas quantos são os autores que a este texto dirigem a atenção.
Diante de um escrito que interpela de maneira tão grande a subjetividade de cada leitor, seria possível uma aproximação suficientemente sensata? Ou seja, uma tentativa de apreender o conteúdo do livro com uma objetividade sustentada em uns poucos e simples critérios racionalmente claros, que norteiem e balizem a hermenêutica, mesmo havendo quase dois mil anos que separam o autor e os seus leitores atuais?
Esta é, com efeito, a intenção deste livro. Portanto, é evidente que apenas a atenção e o tirocínio de um leitor aberto e franco poderá formular uma sentença que valide ou não os esforços empreendidos até aqui.
Para além de subjetivismos e projeções do inconsciente, o que se pretende é deixar-se guiar pelos seguintes critérios: 1 – o texto deve ser eloquente aos leitores do primeiro século, e de todos os tempos que lhe seguiram; 2 – João (e o Espírito Santo) desejaram manifestar algo que seja compreensível; 3 – as Escrituras falam de Cristo, e formam a mentalidade de um fiel que, a partir delas, olhe para o mundo circunstante; 4 – alusões frequentes às Escrituras não são fortuitas.
Feito o caminho, ficamos gratamente surpresos ao descobrir que emerge uma coerente estrutura no texto de João de Patmos, que clarifica e organiza toda a aparente dispersão dos elementos presentes naquele que é, certamente, um dos mais belos textos que poderiam ter saído de pena e tinteiro.

Transtornos de Aprendizagem: A abordagem multidisciplinar

Transtornos de Aprendizagem: A abordagem multidisciplinar

Quando as intervenções em escolares com Transtornos de Aprendizagem não abordam todas as dificuldades cognitivas, motoras   e de funções executivas este livro traz informações, estratégias e atividades com uma riqueza de sugestões novas e comprovadas e materiais simples para uso para ajudar estes, de todas as idades a aprender e realizar em seu potencial máximo.

ISBN 978-65-5861-559-0 Categorias , Tags ,

  • Editora: Brazil Publishing
  • Idioma: Português
  • Ano: 2021
  • Tamanho: 16x23cm
  • Páginas: 192
  • ISBN: 978-65-5861-559-0
  • DOI: 10.31012/978-65-5861-557-6
  • Peso:
  • Encadernação: Brochura
  • Edição:
  • NCM:

Preço de capa: R$71,20

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Descrição

Este livro destina se a profissionais das áreas de saúde, educação e áreas relacionadas ao atendimento de escolares com Transtornos de Aprendizagem onde busca a comunicação eficaz e como trabalhar com atividades em salas de aula, consultórios ou em casa. Temas pouco estudados como a Dislexia visual analisa a dislexia do desenvolvimento como uma condição que têm sido associadas a dificuldade motora, porém pouco se sabe sobre o que é compartilhado ou diferenciado entre seus subtipos.

A avaliação da discalculia, muitas vezes negligenciada é apresentada de forma clara fornecendo ferramenta para avaliação e, abordar as redes familiares ou de apoio dos escolares com Transtornos de Aprendizagem aprofundam nosso entendimento.

Compreender o desenvolvimento do escolar nos permite reconhecer situações especificas muitas vezes ignorada.

Todas as atividades tem instrução multissensorial, isto é, os escolares usam mais de um sentido de cada vez e, a instrução multissensorial oferece aos escolares mais de uma maneira de fazer conexões e aprender conceitos.

Os colaboradores deste livro são atuantes pesquisadores do processo ensino-aprendizagem e o objetivo foi ampliar informações sobre os Transtornos de Aprendizagem com conteúdo escolhido de maneira seletiva, dando relevância a equipe multidisciplinar.

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