Fluxo Contínuo

Publique seu capítulo!

Publicação em livro físico e online: garantindo a melhor qualificação CAPES e registro nos melhores indexadores.

Seguindo nosso lema de ser a Editora que mais busca atender a necessidade do professor pesquisador em ser “Encontrado, Lido e Citado” e de ser atuante na disseminação da produção científica brasileira, a Brazil Publishing, desde 2020, resolveu expandir em mais um ramo de publicação de conhecimento essencial ao pesquisador ao lançar suas Coletâneas acadêmicas de fluxo contínuo. Nela, os autores poderão enviar ao longo do ano todo seus artigos em grandes áreas do conhecimento que serão publicados pela Editora, provendo ao seu trabalho a difusão necessária não só à academia, mas fora dela, junto à sociedade.

As coletâneas farão parte de uma série maior e perene, garantindo ao pesquisador que o leitor tenha nestas coletâneas e seus respectivos volumes a confiança e identificação com um nome de respeito. Os volumes dentro destas coletâneas poderão surgir tanto por chamadas específicas, ou por fluxo contínuo e estão abertas a todos os pesquisadores que queiram publicar na língua portuguesa. No momento, estamos aceitando artigos para fluxo contínuo na área de Educação (Coletânea Pensar a Educação), História (Coletânea Pensar a História) e Direito (Coletânea Pensar o Direito).

Os livros serão publicados de forma impressa, distribuídos aos autores (dois exemplares), e online. O investimento para cada capítulo será de R$180,00 (cento e oitenta reais), podendo cada capítulo ser escrito por um ou mais pesquisadores.

Coletânea

Pensar a Educação

Práticas educativas em saúde para pessoas com diabetes tipo 1

Prof. Dr. Edson da Silva

A educação em diabetes é a principal ferramenta para a garantia do autocuidado do paciente que possui diabetes mellitus, e por isso, deve ser inserida em todos os níveis de assistência à pessoa que possui essa condição. Neste sentido, abordagens educativas devem envolver crianças, adolescentes, adultos e idosos para que todos tenham uma vida mais saudável e com melhor controle do diabetes.

A educação em diabetes está relacionada ao processo de desenvolvimento de habilidades específicas e a incorporação de ferramentas necessárias para atingir as metas estabelecidas em cada etapa do tratamento. Deve-se considerar o trabalho em equipe, desenvolvido por profissionais qualificados e atualizados, capazes de sensibilizar o paciente, seus familiares, os cuidadores e a sociedade em geral. Destaca-se que a educação em diabetes deve ser fundamentada em ações motivadoras, levando em conta: a idade e a maturidade; a importância do assunto em cada abordagem; a interatividade; estratégias atrativas; a progressão do aprendizado com ações educativas em etapas inicialmente simples até atingir o nível complexo. Deve ainda manejar o comportamento por meio da reavaliação e manter a educação continuada. Ao longo do tempo, com o incentivo e o apoio familiar o processo de aquisição da autonomia para o autocuidado vai sendo aprimorado, o que influencia para o bom controle do diabetes.

Neste cenário, como desenvolver atividades educativas para o manejo do diabetes tipo 1 nas diferentes faixas etárias? Quais são as limitações, os desafios e as estratégias indicadas no processo de educação em diabetes no Brasil? Esta obra é destinada aos profissionais e busca responder estas e outras questões sobre o tema por meio do compartilhamento de experiências no âmbito da assistência ao paciente, da qualificação profissional em educação saúde e na tríade ensino, pesquisa e extensão universitária em diabetes.

Temas desejados para os capítulos:

  • Programas educativos
  • Materiais educativos
  • Tecnologias na educação em diabetes
  • Metodologias lúdicas
  • Apoio familiar

Cada artigo corresponde ao recebimento de 2 livros físicos + a versão do livro digital, disponível gratuitamente em nosso site, no valor de investimento de R$180,00 (cento e oitenta reais) por artigo publicado.

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Coletânea

Pensar a História

Ensino de história, diversidade e educação antirracista

Dr. Ângelo Aparecido Priori – DHI – PPH – UEM, Dra. Ana Lúcia da Silva – DHI – UEM, Ma. Camilla Samira de Simoni Bolonhezi – PPH – UEM.

Nesse início do século XXI, diante da crise sanitária mundial causada pela pandemia de COVID-19, decretada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em março de 2020, no contexto nacional, no Brasil contemporâneo, as desigualdades sociais e raciais se acirraram, estando em situação de vulnerabilidade o povo pobre, e dentre este a maioria negra. As desigualdades sociais e raciais, a violência policial e o genocídio do povo negro nos Estados Unidos (principalmente com a morte de George Floyd) e no Brasil reacenderam o ativismo do movimento social “Black Lives Matter“ (“Vidas negras importam”), a discussão sobre o racismo estrutural, e a contestação da narrativa colonial no ensino de História e a edificação de monumentos públicos (estátuas/esculturas) que fazem apologia as personalidades do colonialismo, que contribuíram para o processo de escravização e desumanização de povos não-europeus, como indígenas, africanos, entre outros. Diante disso, considerando as políticas públicas educacionais afirmativas, as Leis n. 10.639/2003 e n. 11.645/2008, que alteraram a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDBEN, Lei n. 9.394/1996, tornando obrigatório o estudo da História e cultura africana, afro-brasileira e indígena nas instituições de ensino no Brasil, nesse livro “Ensino de História, diversidade e Educação antirracista” se propõe reunir pesquisadores e pesquisadoras que vislumbram o Ensino de História na perspectiva de uma Educação antirracista. Desta maneira, nessa publicação objetiva-se repensar o Ensino de História em uma perspectiva antirracista, dando visibilidade as epistemologias do sul, e aos aportes teórico-metodológicos para se descolonizar o currículo e as práticas pedagógicas no espaço escolar. As epistemologias do sul se referem às lutas políticas e sociais de grupos oprimidos e/ou movimentos sociais que questionam o paradigma ocidental e eurocêntrico, e as múltiplas formas de opressão, como o colonialismo, o racismo, o patriarcado, o machismo, entre outras, produzindo saberes ou conhecimentos, práticas de resistências e reexistências.

Cada artigo corresponde ao recebimento de 2 livros físicos + a versão do livro digital, disponível gratuitamente em nosso site, no valor de investimento de R$180,00 (cento e oitenta reais) por artigo publicado.

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História e gênero em debate

Anne Caroline da Rocha de Moraes, Valdemir Paiva

A partir da segunda metade do século XX vemos na historiografia uma transformação estrutural. A entrada das mulheres nas universidades denunciou não só a exclusão das mulheres na História, mas a própria imparcialidade da narrativa histórica escrita até então. Neste primeiro momento vemos nascer a História das mulheres, que procurava localizar no passado aquelas que haviam sido apagadas da memória. Já num segundo momento, viu-se que apenas incluir as mulheres na narrativa oficial não era suficiente para solucionar um problema que de fato era profundo. O termo gênero surge então na busca de compreender as relações de poder criadas a partir da diferenciação sexual; a partir desse momento estuda-se não só a opressão vivida pelas mulheres, mas também outras formas de estruturação do poder, além da ampliação para estudos sobre sexualidade e masculinidade. Por fim, já na década de 80, surge a Teoria Queer que coloca em questão as pesquisas baseadas em identidades, e questiona a própria viabilidade de lidar com as categorias de gênero e sexo. Todas essas três abordagens estão incluídas num só movimento que busca trazer à tona as hierarquias, as relações de poder, a subjetividade e a construção de todas as categorias de gênero; com a finalidade de no presente transformar as relações de opressão e pensar mais a fundo a produção de sujeitos em nossa sociedade. Deste modo, esta chamada de capítulo tem como objetivo reunir os mais diversos trabalhos que tratam do tema, para que possamos ter uma visão mais ampla e complexa das relações de gênero da historiografia atual, e deste modo, contribuir para a superação das opressões e desigualdades em nosso próprio tempo.

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Coletânea

Geociência em Debate

Vertentes de atuação da Geociências no Brasil

Marcus Vinicius Peralva Santos

A Geociências, popularmente conhecida como Ciência da Terra, é o ramo da ciência que destina-se a estudar o planeta em que vivemos, sob o ponto de vista de quatro grandes esferas, sendo elas: (1) a litosfera, a qual compreende os estudos sobre a superfície da Terra, englobando os estudos da Geologia ambiental, econômica, histórica, sedimentologia, Geodinâmica, dentre outras; a (2) hidrosfera, que destina-se a estudar os ambientes aquáticos, a exemplo da Hidrologia, Hidrogeologia, Oceanografia e Geografia marinha; a (3) atmosfera que destina-se a compreender as questões climáticas presente, pretéritas e futuras (química atmosférica, meteorologia, paleoclimatologia, climatologia e por fim a (4) biosfera que compreende o estudo da distribuição dos organismos na superfície do planeta, a exemplo da Biogeografia e a Micropaleontologia.

Pode parecer aos leigos que a Geociências destina-se a estudar somente rochas, mas engana-se quem pensa desta forma. Grandes acontecimentos ocorridos nos últimos 20 anos estão aí para nos mostrar o contrário, a exemplo da ocorrência do famoso Tsunami da Tailândia (2004) e o terremoto no Chile (2010). Mas o Brasil também não fica de fora. Em 2000 fomos impactados com as imagens do rompimento das barragens de Mariana (2015) e de Brumadinho (2019), ambos em Minas Gerais, além das descobertas de inúmeros fósseis em diferentes regiões pelo país.

Estudos variados dentro desta grande área têm ocorrido pelo país afora, englobando até mesmo outras subáreas aqui não mencionadas, a exemplo dos estudos com metais pesados em ambientes aquáticos e terrestres e derramamento de petróleo em áreas de mangue e mar aberto. As possibilidades de estudos são variadas e os resultados apresentados a sociedade nos ajudam a compreender cada vez mais a dinâmica de funcionamento do nosso planeta, o qual nos últimos tempos tem se mostrado cada vez mais caótica.

Deste modo, a presente chamada para publicação de capítulos de livro visa apresentar uma coletânea de trabalhos atuais na área de Geociências, os quais permitirão aos pesquisadores e público leigo interessado, compreender um pouco mais sobre o mecanismo de ação e funcionamento da Terra.

Cada artigo corresponde ao recebimento de 2 livros físicos + a versão do livro digital, disponível gratuitamente em nosso site, no valor de investimento de R$180,00 (cento e oitenta reais) por artigo publicado.

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Coletânea

Pensar a Comunicação e Informação

Áreas de atuação do Marketing digital na era dos memes, deepfake e likes

Marcus Vinicius Peralva Santos

O Marketing digital corresponde a uma estratégia de comunicação, utilizada por empresa, ou até mesmo por pessoas isoladas, as quais utilizam-se do meio online (internet) para atrair clientes ao(s) seu(s) negócio(s).

Mas, mais do que obter clientes, os empreendedores que se utilizam do Marketing digital aproveitam-se de uma série de técnicas para construir e fortalecer cada vez mais a sua imagem perante os clientes e o mercado ao qual o seu produto se insere, destinando-se também a se manter atrativo ao olho dos clientes, com o lançamento e relançamento de seus produtos de acordo com a demanda da sociedade, atribuindo-se fortemente as estratégias, por exemplo, do marketing de conteúdo.

O crescimento deste ramo de trabalho tem se mostrado promissor nos últimos anos, a exemplo do surgimento dos chamados Youtubers e dos professores digitais, os quais apelam pelo aspecto visual e muitas vezes, pela forma de se comunicar para conquistar novos mercados e clientes. E o que falar do uso das redes sociais para este tipo de finalidade? Tem se tornado uma febre e de certo modo obrigatório para todo empreendedor que busque sucesso em seu negócio. O uso de Facebook business e do Google Ads, por exemplo é imprescindível para o profissional ou não do Marketing compreender as métricas do seu negócio.

Desta forma, a presente chamada para publicação de capítulos de livro destina-se a você que é movido pelo Marketing Digital e tem interesse em compartilhar os resultados obtidos por você, em qualquer uma das áreas de atuação do Marketing digital, seja atuando como professor, empreendedor, pesquisador, ou de qualquer outra forma.

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Coletânea

Direito e Políticas Públicas em Debate

Pensando a regulação: “políticas públicas, arcabouços normativos e teorias jurídicas da prática regulatória”

Antônio Alex Pinheiro – Universidade de Brasília/DF – Pesquisador/Bacharel em Direito e Engenharia Elétrica.

O primeiro livro da série Pensando a Regulação é uma tentativa de aproximar estudos, pesquisas e práticas profissionais que dialogam com o conhecimento interdisciplinar para o enfrentamento das transformações nos setores de radiodifusão, (tele) comunicações, saúde, aviação civil, transportes terrestres, mineração, energia, petróleo, terras e gás natural, como também com pesquisas transversais sobre políticas públicas. Diante da complexidade da sociedade contemporânea, as atividades de regulação adquirem cada vez mais protagonismo para garantir o acesso adequado a bens, serviços públicos, infraestrutura e até mesmo a  efetivação de direitos fundamentais. Nesse sentido a obra representa uma possibilidade de materializar produções de profissionais que, em seus distintos contextos, buscam o desenvolvimento do estado da arte no direito setorial e regulatório no Brasil e no mundo.

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Coletânea

Interdisciplinar

Relatos, experiências e sensações em tempos de pandemia

Sandra Regina Heck

Dia 1 de dezembro de 2019, foi identificado pela primeira vez o vírus do COVID-19, na cidade de Wuhan, na província de Hubel, República Popular da China.  Esse novo vírus apresenta um quadro agudo grave, e tem como característica sensação febril e febre, debilitando vários órgãos. 

No dia 11 de março de 2020, apenas 4 meses depois do primeiro caso, a OMS (Organização Mundial da Saúde) declarou o vírus como uma Pandemia.

O primeiro caso confirmado no Brasil ocorreu dia 26 de fevereiro de 2020.  Atualmente, o número de óbitos no país, soma mais de 60 mil brasileiros e no mundo, mais de 500 mil pessoas foram vítimas fatais da doença. 

Na China, localidade que o vírus foi detectado pela primeira vez, surgem novos contaminados, deixando a comunidade internacional em alerta, sobre a possibilidade de vivenciarmos outras e novas ondas de contágio, tal qual a gripe espanhola em 1918, que teve 3 grandes ondas de contágio, em que a segunda foi mais fatal que a primeira, pois o vírus sofreu mutações. 

A decorrência desse novo vírus, onde o contágio pode ser evitado pelo isolamento social, pois o contágio dá-se ainda por gotículas de saliva suspensas no ar pela secreção da fala, em que as mãos e o rosto, representam a maior fonte de exposição ao vírus, trouxe à população mundial um novo comportamento, novos cenários e novas rotinas foram instaladas no cotidiano das pessoas. 

Com o intuito de promover o registro de relato de sensações, experiências, vivências e suas múltiplas possibilidades no desmembramento de um novo comportamento social, é que abrimos esta coletânea, para que possamos nos expressar, por meio de diferentes olhares e reflexões sobre o momento vivenciado e a pluralidade que pode advir da fase do isolamento de vírus mutantes circulando. 

Um novo ser humano pode se descortinar após esse momento histórico? Como nossas crianças passarão pela fase de socialização, tão importante para o equilíbrio emocional e a convivência social, desprovida do contato físico afetivo além do seio familiar?  O que esperar no próximo semestre? No próximo ano? 

Esses questionamentos, no universo de infinitas possibilidades, nos interessa registrar; assim também como relatos, experiências e sensações de profissionais que estiveram à frente do combate; seus familiares e amigos; pessoas que tiveram que se adaptar à nova rotina imposta pelo trabalho dentro de casa, com todos os familiares a volta, com outros membros da família estudando concomitantemente no mesmo espaço físico;  e  relatos e experiências de quem já passou pelo contágio da doença; quem assistiu seus familiares e amigos contaminados; suas implicações, sua angustia e sua dor. 

 Portanto, interessa, na presente chamada, relatos e experiências e sensações de pessoas que tiveram que se adaptar à nova rotina imposta pelo novo Covid-19 e por aqueles e aquelas que foram acometidos pelo vírus e/ou presenciou tais condições impostas pela doença. 

Abrimos essa chamada, a fim de acolher a sua experiência frente ao Covid-19.

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É com o intuito de compartilhar experiências produzidas na academia que abrimos estas chamadas de publicação em fluxo contínuo. A fim de que o conhecimento desenvolvido seja disseminado, realizamos este convite para submeter seu artigo relacionado aos assuntos informados.

É simples: basta inserir seus dados ao lado; em seguida, um Editor entrará em contato.

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