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A Fontana de Lutécia: Contos Virais

R$67,00

A fontana de Lutécia
não é apenas um livro de contos, mas uma viagem pela história das principais pandemias do mundo. Mais do que isso, é um relato do sofrimento pelo qual a humanidade tem passado, desde a Praga de Atenas, em 429 a.C., até a atual calamidade da covid-19. O autor vai além e extrai histórias sensacionais do meio da mortandade que assola cada época. Seus personagens resistem e conseguem superar a adversidade com
virtude e esperança. Passando pela mesma fonte, à beira do Rio Sena, na atual Paris, todos bebem de sua água e melhoram. Se a fonte foi terapêutica ou não, o que importa é que com essa experiência aprenderam a viver melhor.

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Autor(es) Relacionado(s):

Wilson Alves de Paiva

Organizador(es):

Editora

Linguagem

Ano

Páginas

Tamanho

eIsbn

Doi

Brazil Publishing

Português

2021

314

16x23cm

10.31012/978-65-5861-566-8

Descrição

Obra de ficção composta por cinco contos que abordam as principais pandemias do mundo. O primeiro
conto se passa na Grécia Antiga (429-326 a.C.), na época da Guerra do Peloponeso, quando o jovem Tavros viaja até a Gália e descobre uma fonte misteriosa na vila dos parísios. Em 166 d.C., quando as legiões trouxeram a
peste do Oriente para Roma, o soldado Lucius, destacado pelo imperador Marcus Aurelius, viaja ao norte, mas dá baixa e se muda para Lutécia, onde encontra a fonte de Tavros, bem como amor de sua vida. Na velhice, Lucius vira
ancião da Igreja e escreve cartas, e uma delas é lida, muitos séculos depois, por um monge franciscano, que vivia na cidade de Paris durante a Idade Média. O monge resolve fazer uma peregrinação a Jerusalém e é surpreendido pela peste negra. Salva-se com as águas da fonte, à beira do Sena e, depois, monta um orfanato. A vida dele vira livro e é lido por um seminarista no início do século XX, o qual vira jornalista durante a Primeira Guerra e sofre os problemas da gripe espanhola. Fugindo de espiões russos e da pandemia, embarca com sua noiva russa para o Brasil, no navio Demerara. Durante a viagem, encontra-se com açorianos, dos quais descendem o Prof. Lucius Felipe que, em 2019, viaja a Paris para fazer seu Pós-Doutorado, quando também visita a fonte que seu avô mencionara, mas volta ao país por causa da covid-19.

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