A Sustentabilidade nos Tempos de Pandemia

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Esta é uma análise crítica, escrita para não especialistas, de um cientista voltado ao desenvolvimento sustentável. O texto incorpora oportunas lições da atual pandemia Covid-19 e surtos anteriores. Adicionalmente, o experimento CasaE é introduzido, levando a dicas simples para o uso racional de recursos naturais, água e energia em residências.

Limpar

  • Editora: Brazil Publishing
  • Idioma: Português
  • Ano: 2020
  • Tamanho: 14x21 cm
  • Páginas: 124
  • ISBN: 978-65-5861-181-3
  • eISBN: 978-65-5861-175-2
  • DOI: 10.31012/978-65-5861-175-2

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Descrição

A pandemia Covid-19 neste início do século XXI tem nos reiterado que precisamos de soluções globais para problemas globais, uma vez que o vírus SARS-CoV2 se propaga em mais de 160 países, ignorando fronteiras territoriais. Como ocorre com as plantas nas grandes monoculturas agrícolas, o crescimento e o adensamento populacional nos torna mais vulneráveis aos surtos de doenças infecciosas transmissíveis, ainda mais quando é alterada a dinâmica natural dos ecossistemas e aumentada nossa interconectividade. Com a recente diminuição das atividades econômicas baseadas na exploração de recursos naturais, sua carga poluidora em terra, mar e ar mais limpos nos é mostrada pela pandemia, assim como nossa inevitável dependência mútua. No sentido contrário, as medidas de isolamento entre nações – construção de muros, controle rígido de fronteiras – e de distanciamento da população, por elites governamentais ou  empresariais, são ineficientes frente às grandes ameaças globais à sustentabilidade do homo sapiens no planeta, promovendo tensões sociais, intolerância à diversidade humana, boicotes econômicos e desenvolvimentos armamentistas. No sentido da harmonia com a Vida no planeta, e a partir das lições da atual pandemia sobre comportamento coletivo, precisamos de instituições globais eficientes, governamentais e empresariais, com planejamento numa visão integradora apoiada em sólidas bases científicas. Ao nível individual, precisamos mais da Solidariedade em suas várias representações culturais (Tzedakah em hebraico; Jen, Chun-tzu, Li em chinês; Namasté em sânscrito; Ubuntu na língua Zulu), e do reconhecimento de que cada pessoa pode contribuir para um ambiente mais harmonioso com pequenas ações ao seu alcance (exemplo: CasaE).