Atendimento Psicossocial às Crianças Vítimas de Abuso sexual

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O presente estudo refere-se a uma pesquisa realizada com psicólogos(as), que realizam atendimento às crianças vítimas de abuso sexual, nas unidades do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), na cidade de Goiânia (GO). Trata-se de uma repartição pública estatal, de abrangência municipal ou regional, que tem como atribuição constituir um local de referência para a oferta de trabalho especializado no Sistema Único de Assistência Social (Suas) a famílias e indivíduos em situação de risco pessoal e social por violação de direitos.

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  • Editora: Brazil Publishing
  • Idioma: Português
  • Ano: 2021
  • Tamanho: 14x21 cm
  • Páginas: 208
  • ISBN: 978-65-5861-417-3
  • eISBN: 978-65-5861-412-8
  • DOI: 10.31012/978-65-5861-412-8

Informação adicional

Peso 271 g
Dimensões 140 × 210 × 10 mm
Tipo do Livro:

E-book, Livro Físico

Autor(es):

Organizador(es):

Descrição

Esta obra é fruto de uma pesquisa realizada por meio de uma pós-graduação stricto sensu em Psicologia da Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás), e buscou apreender as metodologias utilizadas, assim como os significados vivenciados pelos profissionais da Psicologia, nos atendimentos psicossociais realizados com crianças vítimas de abuso sexual. Nesse cenário, desenvolveu-se a referida pesquisa buscando provocar reflexões, expressões, coprodução de significações em relação a essa temática. Para tanto, fundamenta-se na concepção sócio-histórica vigotskiana. Além disso, utilizou-se como suporte metodológico para apreensão do objeto investigado pesquisa bibliográfica, documental e empírica.

Constatou-se que, em vários aspectos do atendimento psicossocial oferecido pelo Creas, são inúmeros os desafios para os profissionais envolvidos, como: falta de capacitação para o desempenho esperado, falta de estrutura física para a maioria das unidades, falta de recursos diversos, falta de materiais especializados e desarticulação entre a rede de atendimento e proteção à criança e o município.

Os psicólogos consideram entraves nos atendimentos: a falta de adesão das famílias, a falta de recursos materiais e a falta de um espaço que propicie um atendimento de qualidade e recursos humanos. Ainda, quando mencionam sobre como seria um atendimento pleno, trazem à tona a questão da articulação da rede de atendimento como um ponto crucial para eficácia dos atendimentos.