Civilização e Barbárie em Conan, de Robert Howard

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Na presente obra, tratamos do contexto social e histórico do escritor pulp e de fantasia, Robert Ervin Howard, abordando seu mais famoso personagem, Conan, bem como os principais temas evidenciados nas narrativas do mesmo: a fronteira entre civilização e barbárie e a selvageria como que um aspecto necessário diante de uma determinada civilização decadente e corrupta.

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ISBN 10a785e363ba Categoria

  • Editora: Brazil Publishing
  • Idioma: Português
  • Ano: 2018
  • Tamanho: 16x23cm
  • Páginas: 259
  • ISBN: 978-85-68419-49-6
  • eISBN: 978-85-68419-51-9
  • DOI: 10.31012/civilizacaoebarbarieemconan

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Descrição

Conan, O bárbaro é um personagem de ficção comumente associado ao cinema e a imagem construída a partir da atuação de Arnold Schwarzenegger no filme de John Milius de 1982, sendo muitas vezes erroneamente representado como um sujeito musculoso, selvagem, quase obtuso e que vive exclusivamente da violência. O que muitas pessoas desconhecem é que esse personagem foi criado para a literatura pelo texano Robert Ervin Howard no ano de 1932 e mais, que seu criador é conhecido como o “pai” do subgênero literário denominado de Sword and Sorcery (Espada e Feitiçaria). Tal gênero encontra nas obras literárias, seriadas e fílmicas, The Lord of the Rings e Games of Thrones suas mais populares expressões, sendo Robert
Howard e seu Conan, espécies de eixos basilares para todo um conjunto de representações de imenso sucesso midiático na atualidade. O livro que o leitor tem em mãos trata de Howard e de sua principal criatura, abordando não somente as influências do autor na consecução do bárbaro, mas também seu contexto social e histórico. Vivendo em um Texas dos anos 1920/1930, Howard abordou nas vinte e uma narrativas originais de Conan, alguns aspectos que considerava relevantes nas sociedades humanas ao longo do tempo, sendo a tensão entre civilização e barbárie aquela que mais evidenciava a crise de sua época, marcada pela Grande Depressão econômica dos anos 1930 e pela ascensão dos regimes totalitários europeus. Mais do que um mero personagem ficcional, Conan expressou toda uma visão filosófica autoral, como que um modelo de comportamento idealizado e até necessário diante de uma dada civilização decadente e corrupta. Conan seria quase que o homem da fronteira entre civilização e barbárie, sendo ele comumente associado a um oeste americano rústico, selvagem, deveras idealizado e não mais encontrado.