Clarice Lispector: uma leitura materialista lacaniana

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A análise crítica empreendida por Diego Luiz Miiller Fascina, em relação às obras de Clarice Lispector, é consistente. Os conceitos foram aplicados com coerência aos textos clariceanos, sem desconforto para o leitor; e se abrem para uma nova leitura da obra de Clarice. O leitor que não está afeito à leitura do materialismo lacaniano de Žižek e muito menos às suas aplicações ao âmbito literário, poderá  beneficiar-se com as possibilidades de sua aplicação. Penso que o estudo de Fascina cumpriu o seu papel. Sem deixar de ser consistente em sua aplicação do Materialismo lacaniano ao texto literário, propôs uma nova leitura para os textos já conhecidos dos leitores e estudados pelos críticos.

  • Editora: Brazil Publishing
  • Idioma: Português
  • Ano: 2020
  • Tamanho: 16x23 cm
  • Páginas: 130
  • ISBN: 978-65-86854-25-1
  • eISBN: 978-65-86854-27-5
  • DOI: 10.31012/978-65-86854-27-5

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Descrição

Estudar Clarice Lispector é sempre uma aventura arriscada. Sua escrita parece nunca se render às abordagens críticas dos mais variados campos do saber. No entanto, cada nova leitura acrescenta mais um ângulo à vastíssima fortuna crítica da autora.

É o caso de Clarice Lispector: uma leitura materialista lacaniana, de Diego Luiz Miiller Fascina, uma original contribuição aos estudos clariceanos. Ao ter seus contos e romances lidos à luz do materialismo lacaniano do filósofo esloveno Slavoj Žižek, Lispector sai renovada e expandida, ganhando um crítico à altura de sua fascinante complexidade.