Fascismo

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O Necrofascismo é uma tipologia que se apresenta claramente no século XXI. No Brasil, se pensarmos no racismo, no machismo, na negação do que deveríamos ter sido, enquanto povo e país, poderíamos pensar na imposição de um Fascismo Nacional. Todavia, como 2020 bem demonstrou, o lema falangista (“Viva la muerte”) é nosso condutor, especialmente porque o caos político agravou todos os efeitos da pandemia.

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  • Editora: Brazil Publishing
  • Idioma: Português
  • Ano: 2020
  • Tamanho: 14x21 cm
  • Páginas: 80
  • ISBN: 978-65-5861-239-1
  • eISBN: 978-65-5861-241-4
  • DOI: 10.31012/978-65-5861-241-4

Informação adicional

Peso 122 g
Dimensões 140 × 210 × 6 mm
Tipo do Livro:

E-book, Livro Físico

Autor(es):

Organizador(es):

Descrição

O Necrofascismo é uma tipologia social, política, econômica, cultural, ambiental e antiética que reúne fortes traços do Fascismo clássico, do século XIX, como o anti-intelectualismo, o racismo, a caçada aos adversários políticos – transformados em inimigos do Estado e da sociedade –, a mitologia redentora e mantida por meio da propaganda e da mentira (negacionismo), o militarismo e o para-militarismo, a formação de aportes políticos que procuram aprisionar o Estado: as eleições de 2018 e de 2020 são exemplos claros das forças milicianas de poder. Quando observamos a ofensiva ideológica contra a ciência, a negação dos efeitos da pandemia e o movimento estatal pregador da anti-vacina, a aposta no vírus que não mata, a tal “gripezinha”, a doação de mais de um trilhão de reais ao sistema financeiro, as tentativas de militarização do Poder Político – sobretudo, coronéis e generais, da ativa e inativos –, o fogo deliberado na Amazônia e no Pantanal, além da tentativa de destruir os manguezais, vemos que o Necrofascismo é a encarnação do lema do falangismo espanhol: “Viva la muerte”. Isto, em suma, é o Necrofascismo, uma aposta coordenada no Fascismo, como meio, e na morte e degradação humana, como fim. O Fascismo Nacional, sob esta investidura falangista e agudizado enquanto Necrofascismo, abriu as portas para que o Homem Médio em sua Vida Comum abdique-se de si, dos seus direitos fundamentais, e revolte-se como um primata “Homini lupus homini”. O interesse preservado é o do capitalismo em sua forma mais predatória, fazendo jus ao Mefisto com toda sua Peste.