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Hoje cumpriu-se esta escritura que ouvistes: O apocalipse de João em perspectiva intertextual a partir do antigo testamento

A partir de R$20,00

O último livro do Novo Testamento não ocupa seu lugar por acaso. Além de descrever as “últimas coisas”, tem a intenção de ser fechamento e coroamento do cânon bíblico. Veja-se as últimas linhas do próprio escrito de João de Patmos. Isso tem uma consequência: não podemos ler o Apocalipse (Revelação) sem ter diante dos olhos todos os outros textos da Sagrada Escritura. Sua linguagem, seu pensamento, suas expressões e sua problemática emergem, necessariamente, de uma visão de mundo perpassada e formada pela leitura a Palavra do Senhor. Eis o que pretendemos: aproximar-nos daquele texto, frequentemente visto como amedrontador, com um olhar mais semelhante ao que um leitor assíduo da Lei e dos Profetas teria, depois de iluminado pela vinda de Jesus Cristo, o Filho de Deus.

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informações adicionais

Autor(es) Relacionado(s):

Marcus Vinicius Segedi da Silva

Organizador(es):

EDITORA

Brazil Publishing

LINGUAGEM

Português

ANO

2021

PÁGINAS

200

TAMANHO

15,5x23

ISBN - LIVRO DIGITAL

978-65-5861-413-5

DOI

10.31012/978-65-5861-413-5

Descrição

As interpretações do Apocalipse/Revelação são tantas quantos são os autores que a este texto dirigem a atenção.
Diante de um escrito que interpela de maneira tão grande a subjetividade de cada leitor, seria possível uma aproximação suficientemente sensata? Ou seja, uma tentativa de apreender o conteúdo do livro com uma objetividade sustentada em uns poucos e simples critérios racionalmente claros, que norteiem e balizem a hermenêutica, mesmo havendo quase dois mil anos que separam o autor e os seus leitores atuais?

Esta é, com efeito, a intenção deste livro. Portanto, é evidente que apenas a atenção e o tirocínio de um leitor aberto e franco poderá formular uma sentença que valide ou não os esforços empreendidos até aqui. Para além de subjetivismos e projeções do inconsciente, o que se pretende é deixar-se guiar pelos seguintes critérios: 1 – o texto deve ser eloquente aos leitores do primeiro século, e de todos os tempos que lhe seguiram; 2 – João (e o Espírito Santo) desejaram manifestar algo que seja compreensível; 3 – as Escrituras falam de Cristo, e formam a mentalidade de um fiel que, a partir delas, olhe para o mundo circunstante; 4 – alusões frequentes às Escrituras não são fortuitas.

Feito o caminho, ficamos gratamente surpresos ao descobrir que emerge uma coerente estrutura no texto de João de Patmos, que clarifica e organiza toda a aparente dispersão dos elementos presentes naquele que é, certamente, um dos mais belos textos que poderiam ter saído de pena e tinteiro.

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