Secularização e dessecularização na pós-modernidade: relações entre cultura e identidade

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No presente trabalho, pretendeu-se empreender uma análise que possibilitasse compreender a relação entre a pós-modernidade, suas características e problemáticas, com as teorias da secularização, tal como desenvolver o estudo acerca das características determinantes da relação desta com a ideia de dessecularização e os elementos de contrassecularização.

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  • Editora: Brazil Publishing
  • Idioma: Português
  • Ano: 2019
  • Tamanho: 16x23 cm
  • Páginas: 98
  • ISBN: 978-65-5016-197-2
  • eISBN: 978-65-5016-198-9
  • DOI: 10.31012/978-65-5016-198-9

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O presente trabalho apresenta uma análise que visa compreender a relação entre a pós-modernidade e as teorias da secularização, desenvolvendo um estudo acerca da relação desta a partir da perspectiva da dessecularização e dos possíveis elementos de contrassecularização. Tal perspectiva procurou investigar as principais ideias desenvolvidas sobre a temática na pós-modernidade. Tanto aquelas que vinculam os conceitos e as teorias sobre os processos de secularização e dessecularização, quanto aquelas recentes pesquisas que se esforçaram em delimitar, caracterizar e esclarecer as dúvidas e as possíveis conexões entre fatores e elementos que compões os campos, nos contextos e suas conjunturas. Buscando compreender tanto as disposições dialógicas e fenomenológicas, quanto as teleológicas e paradoxais, seja da locução daquele que produz um discurso, perene ou não de significantes ou significados, e aquele que compreende o processo a partir de uma base de interlocução e interpretação – sejam esses tais baseados em fenômenos experienciados individual e/ou coletivamente – foi possível verificar a existência de uma relação de retomada, ou permanência da religiosidade, a partir de determinados aspectos religiosos presentes na sociedade e/ou em seus sujeitos. Compreendendo os elementos que disporiam e objetivariam esse ressurgimento do sentimento religioso, esse estaria determinado (portanto) a partir de um processo cultural e identitário, donde os sujeitos possuiriam, como determinante da compreensão de sua existência, à percepção do outro, e vice-versa.