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Silvino Jacques: O Último dos Bandoleiros 8ª Edição

A partir de R$22,00

“Quem foi essa pessoa que de herói nacional passou a cangaceiro? Na realidade trata-se de uma parte importante de história de Mato Grosso do Sul, que era de conhecimento de uma minoria de pessoas e que foi resgatada pelo escritor Brígido Ibanhes… Em 1932 com a Revolução Constitucionalista, o bandoleiro foi convocado por Vargas para auxiliar nos combates, formando um grupo de pessoas sob sua chefia… Com o fim do problema, com São Paulo sem munição para dar seqüência à revolução, Silvino não entregou as armas militares que havia recebido – tendo sido condecorado com a patente de Capitão e homenageado como herói – passando assim a praticar atos de violência, incluindo saques, torturas e muitos assassinatos.”

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ISBN 56d57deb81fc Categoria Tags ,

informações adicionais

Autor(es) Relacionado(s):

Brigido Ibanhes

Organizador(es):

EDITORA

Brazil Publishing

LINGUAGEM

Português

ANO

2019

PÁGINAS

310

TAMANHO

16x23 cm

ISBN - LIVRO DIGITAL

978-8568419-88-5

DOI

10.31012/silvinojacques

Descrição

O Mito Gaúcho Sul-Matogrossense

Capitão Silvino Jacques, afilhado do Presidente Getúlio Vargas, tornou-se um bandoleiro, cuja vida e façanhas este livro relata em detalhes de um romance histórico. Foi decisiva sua participação na Revolução de 32, quando às margens do Rio Perdido, fulminou os constitucionalistas revoltosos, levando-os a uma derrota em Porto Murtinho (MS); fato que deu a vitória aos legalistas. Em 1935, participou do frustrado levante da Intentona Comunista. Sem depor as armas de guerra, se colocou a serviço do latifúndio e dos interesses políticos do padrinho Presidente; este, preocupado com a faixa de fronteira entre o Brasil e o Paraguai, palco de sangrentas disputas pela posse das terras, determinou a expulsão dos paraguaios da região. Depois da trágica morte do paraguaio Manoelito Coelho, formou-se uma captura, comandada pelo Delegado Orcírio dos Santos, que moveu ferrenha perseguição ao bandoleiro, transformando o sul do Estado num teatro de guerra e atropelos. Por contrariar interesses políticos e familiares, o autor sofreu perseguição e ameaças de morte. Sua obra foi apreendida em 1986 e liberada pelo Tribunal de Justiça em 1992, ocasião em que o escritor e pesquisador foi adotado pelo Pen Club International, organização ligada à ONU, em cerimônia realizada no Copacabana Palace Hotel, no Rio de Janeiro (RJ). Saboreie esta fascinante história tomando um gole do refrescante tererê…

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