Territórios de morte: homicídio, raça e vulnerabilidade social na cidade de São Paulo 2ª Edição

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A juventude negra , é a maior vítima de homicídios no Brasil. Na cidade de São Paulo o fenômeno se repete e revela uma concentração dos homicídios nos distritos mais vulneráveis socialmente, corroborando uma articulação perversa entre vulnerabilidade à morte e raça no espaço urbano da cidade.

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  • Editora: Brazil Publishing
  • Idioma: Português
  • Ano: 2019
  • Tamanho: 14x21 cm
  • Páginas: 94
  • ISBN: 978-65-5016-147-7
  • eISBN: 978-65-5016-148-4
  • DOI: 10.31012/978-65-5016-148-4

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Descrição

A população negra, principalmente a sua juventude, é a maior vítima de homicídios no Brasil. Na cidade de São Paulo o fenômeno se repete e revela uma concentração dos homicídios nos distritos mais vulneráveis socialmente. Nestes territórios vive a maioria da população negra, corroborando uma articulação perversa entre vulnerabilidade à morte e raça no espaço urbano da cidade. São Paulo tem suas origens na segregação socioespacial e nas políticas de exclusão do escravismo tardio. A maior vitimização por homicídios da população negra nos territórios mais vulneráveis da capital paulista não é um fato pontual, episódico, mas um processo que foi construído sistematicamente.
A obra retrata o processo histórico de construção de morte dos negros e negras nas periferias da cidade de São Paulo.
A pesquisa é resultado da dissertação de mestrado da autora, feita em 2017 pelo Programa de Mudança Social e Participação Política da EACH-USP (Escola de Artes Ciências e Humanidades da USP), orientada pelo Professor Doutor Dennis de Oliveira.