Tutela coletiva extraprocessual e acesso à justiça: Vantagens e desafios à luz do desastre do Rio Doce

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  • Editora: Brazil Publishing
  • Idioma: Português
  • Ano: 2021
  • Tamanho: 14x21 cm
  • Páginas: 170
  • ISBN: 978-65-87836-25-6
  • eISBN: 978-65-87836-24-9
  • DOI: 10.31012/978-65-87836-24-9

Informação adicional

Peso 218 g
Dimensões 140 × 210 × 10 mm
Tipo do Livro:

E-book, Livro Físico

Autor(es):

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Descrição

O presente trabalho analisa a tutela coletiva extrajudicial no Brasil, como vem se desenvolvendo, suas vantagens e desafios como instrumento de efetivação do acesso à justiça. Partindo de uma primeira etapa de contextualização, o trabalho se propõe a esclarecer como se delineou a tutela coletiva no ordenamento jurídico brasileiro, seguindo um movimento mundial de acesso à justiça, que, no país, teve sua incorporação temperada por outros influxos, como a redemocratização nacional e os movimentos sociais. Feita essa apresentação global, a monografia verifica de que forma a desjudicialização e as técnicas de solução consensual de litígios, tendência que se observa em diversas áreas do Direito pós-moderno, atendem às demandas das sociedades complexas e ao novo paradigma do Direito, quando aplicadas à tutela coletiva. A fim de checar a aplicabilidade das proposições desse tipo de abordagem (tutela coletiva extrajudicial), invoca-se o Caso Samarco, em que essa opção foi largamente empregada. O caso corresponde ao rompimento da barragem de Fundão, ocorrido em 05 de novembro de 2015, que trouxe consequências desastrosas e extremamente diversificadas. Com o intuito de aproximar o leitor do caso e situá-lo com alguma riqueza de detalhes, é feito um aprofundamento nas possíveis causas do rompimento e em suas consequências. Superado isso, passa-se ao exame das técnicas de tutela de direitos utilizadas para lidar com o conflito e à checagem das construções teóricas até então obtidas. Em face dos resultados alcançados, faz-se uma última advertência acerca de aspectos que devem ser considerados, quando da utilização da tutela coletiva extrajudicial, com vistas a não se desvirtuar seu uso, tornando-o inefetivo ou problemático. O método adotado é o hipotético-dedutivo e a pesquisa se pauta em revisão bibliográfica, além de consulta a documentos oficiais como laudos, relatórios, peças judiciais e extrajudiciais.